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Obesidade aumenta o risco de câncer

 

A obesidade e o câncer são duas das principais epidemias globais da atualidade e essas complicações estão fortemente relacionadas. Isso porque o organismo da pessoa obesa geralmente tem níveis de inflamação e de insulina mais altos, o que estimula a multiplicação celular e, assim, aumenta o risco de câncer. Tanto que a obesidade é considerada o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás do tabagismo apenas.

A obesidade aumenta o risco para quais tipos de câncer?

Câncer de fígado - a obesidade é um fator de risco para a esteato-hepatite não alcoólica, uma complicação que pode progredir para a cirrose que, por sua vez, pode progredir para o câncer de fígado.

Câncer na vesícula biliar - estar obeso também aumenta as chances de formação de cálculos biliares, que torna maior o risco de câncer na vesícula biliar.

Câncer de rim - o excesso de gordura corporal aumenta as chances de hipertensão arterial, que é associada ao câncer de rim.

Câncer de esôfago - o refluxo gastresofágico, comum em pessoas obesas, pode aumentar a chance de câncer de esôfago.

Câncer de próstata - por conta da diminuição da produção do hormônio testosterona nos homens, a obesidade pode ser associada ao câncer de próstata.

Câncer colorretal - a obesidade pode causar o aumento da insulina, o que proporciona um risco maior de câncer colorretal.

Câncer de mama - para as mulheres, a obesidade pode aumentar a quantidade de estrogênio produzido pelo organismo após a menopausa, o que é um fator de risco para o câncer de mama.

Como evitar a obesidade?

Se você ingere mais calorias do que o seu organismo consegue ¿queimar¿, seu corpo acumula energia extra e fica com excesso de peso. Muitos fatores podem contribuir para isso, tais como: genética, dificuldade de lidar com emoções ou uso de medicamentos. Mas, geralmente, a obesidade pode ser evitada com algumas mudanças no estilo de vida.

Por exemplo, você pode escolher ter uma alimentação mais saudável. Para isso, faça refeições menores e em maior número ao longo do dia, optando por alimentos com poucas calorias, como vegetais, carnes brancas e frutas, além de evitar alimentos fritos.

Também é importante fazer exercícios físicos regularmente. Mas, antes, procure o seu médico para que ele cheque suas condições de saúde e possa indicar quais tipos de exercícios são os mais adequados para você, com qual periodicidade devem ser praticados e por quanto tempo a cada vez.


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